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segunda-feira, 30 de março de 2015

JOGO 4872

PARTIDA NUM.: 4872
COMPETIÇÃO: Copa do Nordeste (Semifinais - Jogo de Volta)



JOGO: Bahia 3 X 2 Sport (PE)
DATA: Domingo, 12 abril de 2015
LOCAL: Salvador-BA
ESTÁDIO: Arena Fonte Nova
JUIZ: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro (RN)
AUXILIARES: Flavio Gomes Barroca (RN) e Vinicius Melo de Lima (RN)
EXPULSÃO: Bruno Paulista (Bah)
C. AMARELO: Souza, Titi, Bruno Paulista, Wilson Pittoni (Bah) e Diego Souza, Danilo, Matheus (Spo)
RENDA: R$ 1.090.154,50
PÚBLICO: 40.205 pagantes
GOLS: Souza (3) (Bah) e Diego Souza e Renê (Spo)
BAHIA: Douglas Pires; Tony, Thales, Titi e Patric (Bruno Paulista); Wilson Pittoni, Souza e Willians Santana (Rômulo); Maxi Biancucchi, Kieza e Léo Gamalho (Zé Roberto).
TREINADOR: Sérgio Soares
SPORT: Magrão; Vitor, Matheus Ferraz, Durval e Renê; Rodrigo Mancha (Régis), Ronaldo, Neto (Danilo) e Diego Souza; Elber (Felipe Azevedo) e Samuel.
TREINADOR: Eduardo Baptista

OBSERVAÇÃO: Décimo jogo do Bahia na Copa do Nordeste de 2015. Com este resultado o Bahia se classificou para disputar as finais da Copa contra o Ceará-CE.

O JOGO

Equilíbrio e nervosismo ditaram os minutos iniciais da partida realizada na Arena Fonte Nova. Cada bola era disputada como a última. Cada marcação do árbitro, reclamações do campo e das arquibancadas. Com o meio de campo povoado e poucas chances criadas, o cenário que se desenhava entre Bahia e Sport era de que o menor detalhe poderia resolver. E o menor detalhe atendeu pelo nome de Diego Souza no primeiro tempo. Aos 22 minutos, o meia aproveitou cobrança de falta na área e cabeceou no contrapé de Douglas Pires para abrir o placar. O Bahia acusou o golpe e passou a errar muito. Em lance de contra-ataque, Élber se aproveitou de uma das falhas do Tricolor, recebeu livre, invadiu a área, chutou em cima do goleiro tricolor e desperdiçou a chance de ampliar o marcador. Para completar os problemas do time baiano, Patric deixou o campo machucado e precisou ser substituído por Bruno Paulista.

O intervalo foi determinante para Sérgio Soares arrumar o time do Bahia. A equipe que voltou para o segundo tempo conseguiu se impor e virar o placar do jogo. Aos sete minutos, Souza arriscou de longe, a bola quicou na grama e surpreendeu o goleiro Magrão antes de estufar as redes. No lance seguinte, Kieza sofreu a carga de Matheus Ferraz dentro da área e o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, Souza enganou Magrão e não deixou o goleiro do Sport sequer sair na foto.

A partida ganhou nova carga dramática com uma falha de Douglas Pires. Renê cobrou falta aos 13 minutos, o goleiro tricolor saiu para socar a bola e engoliu um frangaço. O Bahia, contudo, não se abateu e partiu para cima. Aos 18 minutos, Bruno Paulista cruzou na área e Magrão evitou gol contra de Matheus Ferraz. No rebote, Souza, sem marcação, apenas empurrou para o fundo das redes. Bruno Paulista ainda foi expulso em falta no meio de campo no fim da partida. Mas nem mesmo o cartão vermelho encerrou a festa na Fonte Nova e o atleta deixou o gramado aplaudido.

VÍDEOS:
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FOTOS:

JOGO 4871

PARTIDA NUM.: 4871
COMPETIÇÃO: Copa do Nordeste (Semifinais - Jogo de Ida)



JOGO: Bahia 0 X 0 Sport (PE)
DATA: Quarta-feira, 08 abril de 2015
LOCAL: Recife-PE
ESTÁDIO: Aldemar da Costa Carvalho (Ilha do Retiro)
JUIZ: Ítalo Medeiros de Azevedo (CBF-1/RN)
AUXILIARES: Lorival Cândido das Flores (CBF-2/RN) e Vinicius Melo de Lima (CBF-2/RN).
EXPULSÃO: 
C. AMARELO: Tiago Real, Thales, Titi (Bah) e Wendel, Samuel e Rithely (Spo)
RENDA: R$ 332.900,00
PÚBLICO: 22.707 pagantes
GOLS: 
BAHIA: Douglas Pires; Tony, Thales, Titi, Patrick (Yuri); Wilson Pittoni, Tiago Real, Souza e Maxi Biancucchi (Tchô); Léo Gamalho (Willians Santana) e Kieza
TREINADOR: Sérgio Soares
SPORT: Magrão; Vitor, Matheus Ferraz, Durval e Renê; Rithely, Wendel (Ronaldo), Elber e Diego Souza; Mike (Joelinton) e Samuel.
TREINADOR: Eduardo Baptista

OBSERVAÇÃO: Nono jogo do Bahia na Copa do Nordeste de 2015. Brigando por uma vaga na final, Bahia e Sport começaram a partida na Ilha do Retiro em alta velocidade. O Sport, com o apoio da torcida que compareceu em grande número, começou em cima. Aos 11 minutos, Tony foi providencial ao afastar para a linha de fundo uma bola cruzada pelo lateral Vítor. Na sequência, após sobra na cobrança de escanteio, Renê mandou uma bomba e Douglas Pires fez ótima defesa. Aos 14, a chance foi do atacante Samuel, que, de frente para o gol ao receber lançamento de Vítor, mandou para longe.

A pressão continuou. Aos 16, Diego Souza fez grande jogada pelo lado direito, invadiu a área e chutou prensado para defesa de Douglas.

O Bahia teve sua primeira grande oportunidade aos 21. Souza mandou uma bomba em cobrança de falta. A bola quase traiu Magrão, que conseguiu defender. Aos 25, após cobrança de escanteio por Renê, Diego Souza cabeceou por cima da meta.

Aos 30 minutos, o Bahia assustou. Boa jogada de Souza e cruzamento para Léo Gamalho na frente de Magrão. Tudo certo para o samurai marcar, se Vítor não cortasse o lance. Aos 34, em jogada com Kieza, Maxi, na grande área, bateu forte para grande defesa de Magrão.

Aos 41, mais uma vez o time de Sérgio Soares chegou ao ataque com Kieza, que cruzou rasteiro para Léo Gamalho, mas o goleiro do rubro-negro de Pernambuco foi mais ágil e ficou com a bola. Foi a última chance do primeiro tempo que mexeu com a emoção dos presentes na Ilha do Retiro.

Segundo Tempo

Logo no primeiro minuto da segunda etapa, Souza cobrou escanteio e Kieza cabeceou com perigo. Aos 5 minutos, mais uma chance do tricolor. Léo Gamalho recebeu bola na esquerda e cruzou para Maxi, mas a defesa do Sport conseguiu tirar.

Aos 11, o Sport quase marcou em cobrança de falta de Diego Souza e desvio de Rithely. Thales, em cima da linha, impediu. Aos 16, Joelinton arriscou um chute de fora da área, sem sustos para Douglas Pires, que defendeu fácil. Aos 23, a torcida do Sport lamentou o cabeceio para fora de Matheus Ferraz depois de cobrança de escanteio pelo lateral Renê.

O Bahia respondeu aos 28 minutos com Maxi Biancucchi, que pegou a sobra do cruzamento de Tiago Real e finalizou colocado para perto da meta defendida por Magrão. Dois minutos depois, na área de ataque do Sport, Joelinton finalizou para fora. Aos 32, Renê arriscou de muito longe, mas o chute saiu fraco e não causou problemas para o arqueiro do esquadrão.

Aos 44 minutos, Willians Santana invadiu a área pelo lado direito e chutou para fora. Três minutos depois, o Sport respondeu com Samuel, que, na cara do gol,  finalizou para Douglas Pires defender. Aos 50, mais uma vez Samuel teve a chance, mas o goleiro tricolor novamente fez a defesa. Foi a última chance da partida. Fim do jogo: Sport 0 x 0 Bahia.

VÍDEO:

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FOTOS:

JOGO 4870

PARTIDA NUM.: 4870
COMPETIÇÃO: Campeonato Baiano (Semifinais - Jogo de Ida)



JOGO: Bahia 2 X 1 Juazeirense (BA)
DATA: Domingo, 05 abril de 2015
LOCAL: Juazeiro-BA
ESTÁDIO: Adauto Moraes (Adautão)
JUIZ: Jailson Macedo de Freitas (BA)
AUXILIARES: José Raimundo Dias da Hora (BA) e Dijalma Silva Ferreira Junior (BA)
C. AMARELO:  Wilson Pittoni  e Patric (Bah) e Waguinho e Daniel Costa (Jua)
RENDA: 
PÚBLICO:  
GOLS: Max Biancucchi e Kieza (Bah) e Fabiano (Jua)
BAHIA: Douglas Pires; Tony, Thales, Titi e Patric; Wilson Pittoni, Souza, Tiago Real e Maxi Biancucchi (Willians Santana); Léo Gamalho e Kieza (Robson).
TREINADOR: Sérgio Soares
JUAZEIRENSE: Tigre; Maicon, Josemar, Fabiano e Adriano Chuva; Waguinho, Naldo, Daniel Costa (Willian) e Juninho; Sassá (Nen) e Júnior Pipoca.
TREINADOR: Quintino Barbosa (Barbosinha)

OBSERVAÇÃO: Nono jogo do Bahia no Campeonato Baiano de 2015. Confirmando o seu favoritismo, o Bahia foi ao estádio Adauto Morais e bateu a Juazeirense por 2 a 1, gols de Maxi e Kieza,  naquela que foi a primeira de duas partidas entre as equipes, que disputam um lugar na final do Campeonato Baiano.
 
O tricolor da capital contou nesta partida mais uma vez com a sabedoria do seu técnico Sérgio Soares, que fez a equipe apostar nos lançamentos longos por conta do conhecido péssimo estado do gramado da praça esportiva de Juazeiro

O JOGO
 
Jogando com inteligência, o tricolor da capital se aproveitou do talento de seus atletas do meio campo para abrir o placar logo aos 10 minutos de jogo. A Juazeirense tentou pressionar o Esquadrão de Aço, mas Souza fez belo lançamento para Maxi Biancucchi, que driblou o goleiro adversário com um toque de cabeça e mandou para as redes: Bahia 1 a 0.

Dois minutos depois, Kieza teve a chance de ampliar, após passar bonito por dois adversários e ficar de cara com o gol, mas errou o chute e mandou longe da meta.

A Juazeirense tentou responder aos 17, com Juninho aproveitando sobra de bola e chutando de longe, mas Douglas Pires estava atento.

O time da casa conseguiu igualar as ações, e após a partida ficar igual no meio de campo, a Juázeirense chegou ao empate aos 37 minutos. Em uma cobrança de falta pela direita, Douglas Pires ficou muito adiantado e precisou rebater e assim evitar o gol, mas na sobra o zagueiro Fabiano mandou para o fundo das redes: Juazeirense 1 x 1 Bahia.

Cinco minutos depois de levar o empate, o Bahia esteve perto de fazer o segundo, com Maxi Biancucchi, que recebeu cruzamento sozinho mas mandou na rede pelo lado de fora.

Animada com o empate, a Juazeirense foi com tudo para cima no final da primeira etapa, e colocou duas bolas na trave do goleiro Douglas Pires. Na primeira, o arqueiro estava adiantado novamente. Juninho percebeu e bateu rasteiro, com a bola batendo na trave a passando na frente do gol tricolor.

Já o segundo toque na trave veio após um cruzamento na área, que Júnior Pipoca aproveitou e viu Douglas Pies ficar apenas olhando, mas para a sorte do tricolor ela não entrou.
 
SEGUNDO TEMPO
 
A segunda parte do jogo começou como terminou a primeira: com a Juazeirense perto de virar o placar. Logo aos 4 minutos, após cobrança de falta, Sassá cabeceou e quase superou Douglas Pires, mais uma vez adiantado. O arqueiro tricolor se redimiu, no entanto, e conseguiu desviar a bola para fora.
 
Quatro minutos depois, foi a vez de Sassá tentar, de bicicleta, mas a bola saiu fraca e Douglas Pires fez a defesa sem dificuldades.
 
A pressão inicial pareceu ter acordado o Bahia, que voltou a dominar a partida. A primeira grande chance tricolor no segundo tempo veio aos 17, após Maxi Biancucchi acreditar em uma jogada pela direita e bater forte para o meio da área. Souza conseguiu chegar, mas acabou sendo enganado pelo gramado irregular e perdendo boa chance.
 
Aos 22, o gol da vitória. E jogada iniciada pelo zagueiro Thales, que brigou pela bola após perder no campo de ataque, a sobra ficou com Kieza, que na cara do gol justiçou por que é artilheiro do Esquadrão e tocou no canto do goleiro Tigre: Bahia 2 a 1.

O tricolor conseguiu administrar a vantagem após marcar o segundo, e só chegou a ser ameaçado nos acréscimos, quando Douglas Pires fez grande defesa após cruzamento na área. Final Juazeirense 1 X 2 Bahia. Agora para avançar para a final do campeonato o Bahia poderá perder por até por um gol de diferença no jogo de volta dia 19/04 na Fonte Nova.

VÍDEO:

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domingo, 22 de março de 2015

JOGO 4869

PARTIDA NUM.: 4869
COMPETIÇÃO: Copa do Brasil (Primeira Fase - Jogo de Ida)



JOGO: Bahia 0 X 0 Nacional (AM)
DATA: Quinta-feira, 02 abril de 2015
LOCAL: Manaus-AM
ESTÁDIO: Estádio Ismael Benigno (Colina)
JUIZ: Andrey da Silva e Silva (PA)
AUXILIARES: Lucio Ipojucan Ribeiro da Silva de Mattos (CBF-1/PA) e Heronildo Freitas da Silva (CBF-2/PA)
EXPULSÃO: 
C. AMARELO: Feijão, Chicão, Gustavo Blanco e Carlos (Bah) e Lídio e Peter (Nac)
RENDA:  R$ 60.880,00.
PÚBLICO: 2.230 pagantes (2.485 pessoas)
GOLS: 
BAHIA: Douglas Pires, Yuri, Chicão, Róbson e Sávio (Carlos); Feijão, Gustavo Blanco (Lenine), Rômulo e Tchô; Willians Santana (Jeam) e Zé Roberto.
TREINADOR: Sérgio Soares
NACIONAL: Rodrigo Ramos, Peter, Maurício, João Rodrigo, Robinho; Kelvin, Dênis, Fininho, Lídio; Bruno (Hyantony), Wanderley (Leonardo).
TREINADOR: Aderbal Lana

OBSERVAÇÃO: Primeiro jogo do Bahia na Copa do Brasil de 2015. Em uma partida morna e com poucas chances de gol, o Nacional e 0 Bahia ficaram no 0 a 0, no estádio Ismael Benigno (Colina), em Manaus, pelo jogo de ida da primeira fase da Copa do Brasil. O Nacional não fez jus ao fato de ser o melhor time do campeonato amazonense, enquanto o Bahia, atuando com time reserva, ficou longe de ser o time que estava vivendo uma lua de mel com a torcida com a boa fase no Campeonato Estadual e na Copa do Nordeste.

O JOGO

O primeiro tempo começou com um Bahia ofensivo e imprimindo o seu ritmo. Apesar de estar em campo com time reserva, o tricolor baiano dominou os primeiros 25 minutos iniciais e criou chances de abrir o placar, principalmente nos pés da dupla de ataque: Zé Roberto e Willians Santana. O Nacional cresceu na parte final do primeiro tempo, aproveitando a queda de ritmo do Bahia, e empurrado por sua torcida, mas mesmo assim, o time amazonense não conseguiu sequer um chute a gol que exigisse alguma defesa difícil de Douglas Pires. Sem mudanças no placar, o primeiro tempo terminou em 0 a 0.

SEGUNDO TEMPO

O segundo tempo começou com Nacional e Bahia mais dispostos no ataque. O Bahia aproveitando a velocidade de Willians Santana e de Zé Roberto. Enquanto o Nacional, tentava chegar ao ataque na maioria das vezes pelo lado direito com Peter, sempre aproveitando a frágil marcação do jovem estreante Sávio. Com Peter, o Nacional chegou perto de abrir o marcador. O lateral avançou pela direita e cruzou para Lídio bater forte e acertar a trave de Douglas Pires. O lance foi uma resposta a uma bola na trave do Bahia, que antes disso, acertou o poste com Zé Roberto, após boa jogada de Tchô. Rômulo também exigiu boa defesa do goleiro Rodrigo, que impediu o gol tricolor. Assim como Leonardo, no final da partida, quase abriu o placar para o Nacional, mas parou na boa defesa de Douglas Pires. Com a trave e os goleiros inspirados nas poucas chances criadas, Nacional e Bahia ficam mesmo no 0 a 0.

Com este resultado o time de amazonense jogaria a partida de volta na Arena Fonte Nova em Salvador dia 16/04, com o direito de empatar com gols para avançar na Copa do Brasil. No caso de haver uma reedição do placar da partida de ida, a vaga irá ser decidida nas penalidades.

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JOGO 4868

PARTIDA NUM.: 4868
COMPETIÇÃO: Copa do Nordeste (Quarta de Final - Jogo de Volta)



JOGO: Bahia 1 X 0 Campinense (PB)
DATA: Sábado, 28 março de 2015
LOCAL: Salvador-BA
ESTÁDIO: Arena Fonte Nova
JUIZ: Marcelo de Lima Henrique (PE)
AUXILIARES: Clovis Amaral da Silva (PE) e Ailton Farias da Silva (SE)
EXPULSÃO: 
C. AMARELO: Yuri e Douglas Pires (Bah) e Leandro Sobral, Felipe Alves e Negretti, Neto (Cam)
RENDA: 
PÚBLICO: 
GOL: Kieza (Bah) 
BAHIA: Douglas Pires; Yuri, Thales, Titi e Patric (Feijão); Souza, Wilson Pittoni (Bruno Paulista) e Tiago Real; Maxi Biancucchi, Léo Gamalho (Zé Roberto) e Kieza.
TREINADOR: Sérgio Soares
CAMPINENSE: Gledson, Leyrielton (Willian), Jairo, Pedrão e Leandro Sobral (Gabriel Pimba); Negretti, Neto, Leandro Santos e Luiz Fernando; Felipe Alves (Luquinha) e Reginaldo Júnior.
TREINADOR: Francisco Diá

OBSERVAÇÃO: Oitavo jogo do Bahia na Copa do Nordeste de 2015 e com esse resultado o tricolor se classificou para disputar as semi-finais da Copa contra o Sport Recife-PE.

Esta partida foi um grande jogo para lá de emocionante. É verdade que muito mais por causa dos ares de drama que se apresentou ao longo dos 90 minutos, do que pelo futebol apresentado. Mas o fato é que o público presente nà Arena Fonte Nova gostou do que viu. Principalmente porque a torcida tricolor, que compareceu em bom número, viu o Bahia se classificar para as semifinais da Copa do Nordeste.

O JOGO

Foi incrível a superioridade do tricolor baiano nos primeiros cinco minutos da partida. Logo na primeira jogada, o Bahia chegou ao escanteio. Era o primeiro das seis cobranças que seriam feitas nos minutos seguintes, sempre com muito perigo. E quem via de fora, chegava a imaginar que não passava de um jogo de ataque contra defesa. O castigo parecia inevitável. E aos cinco minutos o craque Kieza abria o placar.

Um lance polêmico. Porque na batida de escanteio o goleiro Gledson saiu para fazer a defesa, mas ele acabou pedindo falta, alegando que foi puxado pelo ataque do Bahia. Mas nada foi marcado e o placar de 1 a 0 estava confirmado.

O resto do primeiro tempo foi mais equilibrado. O Campinense passou a jogar melhor e a tornar as coisas mais parelhas. Mas ainda assim o Tricolor de Aço jogava melhor, chegando mais ao ataque e assustando a equipe visitante. A Raposa naquele momento era outro, e não deixava acontecer o abafa de antes. Mas ainda assim pouco atacou, e a primeira etapa acabou mesmo 1 a 0.

SEGUNDO TEMPO

Já no segundo tempo o drama e a tensão tomaram o lugar do futebol bem jogado da primeira etapa. Eles foram os coadjuvantes nos 45 minutos finais, dominados, isto sim, pela ansiedade e nervosismo dos jogadores acima dos limites aceitáveis. O Bahia continuava jogando melhor, atacando de tempos em tempos com relativo perigo, mas sem a mesma eficiência de antes.

O entanto a partir dos 30 minutos finais o Campinense acordou. De forma meio atabalhoada e pouco organizada, é verdade, mas o fato é que o time chegou. E o gol que seria do empate e da classificação ficou perto de sair em pelo menos dois momentos. Aos 31 e aos 42. Mas o Bahia se segurou como pôde. E depois comemorou a classificação para as semifinais da Copa.

VÍDEO:

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